Enquanto Governo contrata escolas de lona, pais reformam escolas por conta própria em Roraima

Na maternidade o governador prometeu que a situação duraria 5 meses e no próximo mês completa 2 anos; para as escolas, o contrato é de 6 meses

Enquanto Governo contrata escolas de lona, pais reformam escolas por conta própria em Roraima
Moradores reforma escola indígena em Pacaraima – Foto: Arquivo pessoal

Escolas de lona

Enquanto o Governo de Roraima contrata empresa para fazer escolas de lona, pais se reúnem para reformar as escolas no interior. É o que está acontecendo na comunidade indígena Arai, em Pacaraima, onde os moradores estão reformando a Escola Estadual Indígena Professora Leonilia Cordeiro. Uma mãe, revoltada com a situação, entrou em contato com esta coluna e disse que esperava que o Governo fizesse a reforma. No entanto, não deu mais para esperar, pois os alunos não tinham mais condições de estudarem sob sol e chuva.

Contrato

O contrato do Governo para montar escolas de lona é de mais de R$ 1 milhão e vale por seis meses. Como já é de se esperar, a Secretaria de Obras não consegue entregar uma reforma neste prazo. Ou seja, o Governo vai renovar o contrato com a empresa para a continuidade das escolas de lona. Assim aconteceu com a Maternidade Nossa Senhora de Nazareth. O governador prometeu que a situação duraria 5 meses. No próximo dia 5, completam os dois anos e o Estado ainda não tem sequer uma previsão de concluir a reforma do prédio da maternidade.

Imbróglio

E mais uma vez um concurso da Polícia Civil de Roraima vira um imbróglio. Este último, de 2022, que o Governo fez às pressas durante as eleições, já começou com a polêmica de quando encontraram o caminhão com as provas durante a noite no Residencial Vila Jardim. Os próprios concurseiros notaram e chamaram a Polícia para averiguar a situação. Mas, apesar da gravidade disso, o Governo abafou o caso e deu continuidade ao concurso e ainda iria usar as mesmas provas. No entanto, revoltada com a situação, uma mulher denunciou na imprensa com foto e tudo. Então o Governo foi lá e incinerou as provas e chamou a imprensa. Isso tudo para que a população pensasse que a a situação estava sendo tratada da maneira correta.

Usou as mesmas questões

Como se não fosse suficiente essa situação, a banca organizadora do concurso ainda utilizou 21 questões das provas que foram incineradas. Logo, o Ministério Público de Roraima (MPRR) identificou a irregularidade absurda e entrou com ação na Justiça pedindo a suspensão do concurso. Pediu ainda para anular a prova para médico legista, a qual continha as questões reaproveitadas das provas queimadas.

Redução

O Governo Federal anunciou a redução de até 10% no preço dos carros novos. Conforme o vice-presidente, Geraldo Alckmim, a medida virá por meio de redução de impostos como IPI e PIS/CONFINS . Desse modo, o preço final ao consumidor pode cair para menos de R$ 60 mil; atualmente, não é possível comprar um carro popular por menos de R$ 68 mil. É importante lembrar que a pouco tempo atrás, um carro popular era em torno de R$ 40 mil.

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