Prefeitura de Bonfim aluga prédio por R$ 20 mil de secretário ligado a Mecias de Jesus

O valor anual é de R$ 240 mil. Com a renovação do contrato, o secretário deve lucrar perto de meio milhão de reais

Prefeitura de Bonfim aluga prédio por R$ 20 mil de secretário ligado a Mecias de Jesus
Senador Mecias de Jesus – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Aluguel-amigo

Uma publicação no Diário Oficial dos Municípios revelou que o presidente da Caer, James Serrador, indicado de Mecias de Jesus, alugou um prédio por R$ 20 mil para a Prefeitura de Bonfim. No local, funciona a Secretaria Municipal de Educação. O contrato foi renovado por mais um ano e totaliza R$ 240 mil por ano. Somando os dois anos de contrato, Serrador já vai lucrar quase meio milhão com o aluguel. O prefeito do município, Romualdo Feitosa, é do Republicanos, partido presidido por Mecias de Jesus. Logo…

Suposto impedimento 

O Ministério Público arquivou a denuncia que apurava denúncia anônima sobre possível impedimento de entrada de alunos sem uniforme na Escola Estadual Olavo Brasil Filho, em Boa Vista. Após solicitar esclarecimentos à Secretaria Estadual de Educação, o órgão foi informado de que não houve restrição ao acesso dos estudantes às aulas por motivo relacionado ao uniforme. Diante da ausência de indícios de violação ao direito à educação, o procedimento foi arquivado. Lembrando que impedir um aluno de assistir aula por falta de uniforme é  uma violação do direito à educação, garantido pela Constituição Federal.

Medicina 1

O Ministério Público entrou com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra uma cirurgiã-dentista. Segundo a denúncia, ela mantinha vínculo com duas unidades de saúde em Roraima, mas não exercia as funções regularmente, pois estava cursando medicina de forma presencial no Amazonas. Em depoimento, a dentista afirmou que trabalhava apenas nos fins de semana e feriados, para conseguir conciliar com os estudos. No entanto, as escalas de plantão mostram que ela também estava escalada em dias úteis e em horários que coincidiam com as aulas presenciais em Manaus. Conforme o MPRR, mesmo após ser notificada três vezes para apresentar documentos que comprovassem que cumpria os plantões e frequentava as aulas regularmente, ela não apresentou nenhuma comprovação.

Medicina 2

O caso lembra o episódio no fim do ano passado, em que o deputado estadual Dr. Cláudio Cirurgião (União) cobrou do governador Antonio Denarium (Progressistas), a exoneração imediata de Cecilicia Lorezon, após alegar que ela estaria cursando Medicina em uma faculdade particular de Manaus, no Amazonas, enquanto permanece nomeada no cargo de alto escalão. Contra essa, o MPRR não tomou providência.

Da Redação

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