Uma pandemia que parece não ter fim

O ano começa com os casos de Covid-19 aumentando. O que vai justo na contramão do que todos esperavam para este ano: o fim da pandemia. Parece um pesadelo sem fim em um estado nada preparado para lidar com a situação. Praticamente dois anos já se passaram desde o início, mas o governo segue despreparado. […]

Uma pandemia que parece não ter fim
Antonio Denarium, governador de Roraima – Foto: Divulgação/Facebook/Antonio Denarium

O ano começa com os casos de Covid-19 aumentando. O que vai justo na contramão do que todos esperavam para este ano: o fim da pandemia. Parece um pesadelo sem fim em um estado nada preparado para lidar com a situação. Praticamente dois anos já se passaram desde o início, mas o governo segue despreparado.

Unidades lotadas

Durante o fim de semana, as unidades hospitalares que atendem casos de coronavírus chegaram a ficarem lotadas. Mesmo com vídeos gravados, o estado chegou a dizer que as imagens eram antigas e que tudo estava “normal”. É o auge da falta de compromisso e falta de responsabilidade. Nada está normal e o governo deveria admitir e trabalhar melhor essas falhas.

Quatro mortes

Centenas de novos casos de Covid-19 são confirmados todos os dias. No entanto, a Secretaria de Saúde não tinha confirmado nenhuma nova morte nas duas primeiras semanas. No entanto, o cenário mudou. Quatro mortes constam no último boletim. Parece que estamos vivendo o inicio da pandemia outra vez.

Promoção de aglomeração

O carnaval já foi cancelado, mas nem por isso a promoção de aglomeração parou. No interior, festas com a presença do senador do “dinheiro na cueca”, Chico Rodrigues, são feitas como se não houvesse um vírus. Além disso, o governador que chegou a cancelar a própria agenda por sintomas da Covid-19, agora marca entrega de títulos rurais com mais aglomeração a troco de nada além de politicagem barata.

Jogam a culpa para a plateia

Os gestores, como Denarium, promovem este tipo de aglomeração desnecessária em um pico da pandemia, mas depois jogam a culpa para a população. Quando os hospitais estão cheio, a desculpa é sempre a mesma: a população não seguiu as recomendações. No entanto, a verdade, é que os moradores do estado são constantemente jogados a própria sorte para que a politicagem continue ocorrendo.

 

Perguntas

  • Vale tudo em ano de eleição?
  • Até mesmo arriscar vidas?
  • Propagar o vírus também é estratégia política?

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