Taxa de leitos ocupados no HGR subiu para 57% nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), enquanto a de leitos clínicos caiu para 72% - Divulgação
Em novo boletim do Observatório Covid-19, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indica que Roraima deixou a zona de alerta crítico e entrou na zona de alerta intermediário em relação à taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Covid-19. O documento analisa dados da semana de 4 a 10 de julho.
De acordo com o documento, o estado registrou uma melhora de 20%, pois saiu de 94% dos leitos ocupados para 74%. A diminuição ocorre após a reativação de 15 leitos de UTI no Hospital Geral de Roraima (HGR).
Ainda conforme o boletim, nenhum estado apresentou taxa de lotação em UTI superior a 90%, fato que ocorre pela primeira vez desde dezembro de 2020no País.
“Em termos gerais, segundo a análise, os dados continuam ratificando a tendência de melhora na situação da Covid-19 no país, em consonância com os indicadores de incidência e mortalidade. O estudo reforça que a vacinação tem feito diferença, o que reflete positivamente no quadro pandêmico na medida em que é ampliada“, destacou.
No início deste mês, a Ordem dos Advogados em Roraima (OAB-RR) enviou um documento ao Governo de Roraima recomendando a ampliação de leitos no HGR.
À época, o Roraima em Tempo mostrou que a unidade mantinha leitos sem utilização enquanto o hospital passava por superlotação. Dias depois, o Governo de Roraima anunciou a reativação dos leitos que subiram de 54 para 74.
No entanto, ainda é um número menor do que o registrado entre os meses de maio e junho deste ano, quando o boletim epidemiológico da Sesau indicava 90 leitos disponíveis.
Na última atualização do boletim, divulgada nessa terça-feira (13), Roraima contabilizou 346 novos casos e 12 mortes por Covid-19, já a taxa de ocupação para leitos clínicos atingiu 90%. A UTI permanece em 74%.
O boletim aponta ainda que a circulação do vírus permanece intensa no Brasil. A avaliação foi feita de acordo com o número de casos registrados por dia (média de 46.700 casos) e de óbitos (1,3 mil óbitos diários).
Apesar das taxas ainda em alta em todo o país, a Fiocruz destaca que, pela terceira semana consecutiva, o Brasil apresenta uma tendência de queda de 2% ao dia nos indicadores de incidência e mortalidade por Covid-19. Os casos mais graves se concentram em pessoas não imunizadas, enquanto que os óbitos entre pessoas idosas e portadores de doenças crônicas diminuíram.
A recomendação é que a população que não se vacinou procure se imunizar conforme o calendário e continue mantendo as medidas de proteção, como distanciamento social, uso de máscara para evitar a circulação de novas variantes com potencial de reduzir a efetividade das vacinas.
Por Samantha Rufino
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