Fachada do Centro de Referência da Saúde da Mulher - Foto: Reprodução/Educarr
A esposa de um paciente que realizou uma cirurgia no Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) denunciou a precariedade dos equipamentos. De acordo com ela, os utensílios cirúrgicos não são descartáveis e não passam por esterilização. O Roraima em Tempo recebeu a denúncia nesse domingo (18).
O marido, que realizou uma vasectomia no Centro de Referência, relatou que os equipamentos da sala de cirurgia eram velhos, reutilizados e não esterilizados. Da mesma forma, ele disse que, pelo intervalo entre uma cirurgia e outra ser curto, os profissionais não tinham tempo de esterilizar as ferramentas.
Do mesmo modo, um profissional do CRSM chegou a relatar a situação para eles, o que motivou a denúncia. Então o casal relatou que o homem correu o risco de pegar alguma bactéria, tétano ou infecção durante a cirurgia.
“Meu marido poderia pegar alguma infecção, alguma doença do outro paciente, ou outro paciente pegar doença e vice-versa. É uma falta de respeito um material que não é esterilizado. E é reutilizado em várias pessoas no mesmo dia. Não tem cabimento dentro de um hospital, de uma sala de cirurgia, onde era pra estar tudo esterilizado”, relatou a esposa.
Citado
A redação procurou o o Governo de Roraima que afirmou por meio de nota que a denúncia não procede. Disse ainda, que todos os materiais mencionados na denúncia que são destinados para os procedimentos de Vasectomia são esterilizados em autoclave.
Do mesmo modo, ressaltou que, cada caixa cirúrgica dispõe de um material denominado Integrador Químico, que tem por objetivo garantir segurança ao processo de esterilização de todos os procedimentos cirúrgicos realizados na unidade.
Por fim, afirmou que materiais que apresentam desgaste, implicam em imediatas substituições, de forma a manter sempre a segurança do paciente e de toda a equipe técnica envolvida.
Fonte: Da Redação
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