Yanomami enfrentam crise na saúde com malária e desnutrição - Foto: Divulgação
Com toda repercussão da crise na saúde Yanomami, nesta quinta-feira (26), um vídeo divulgado pela imprensa chamou a atenção. É que em novembro de 2021, em audiência pública na Câmara Federal para tratar sobre a Terra Yanomami, o então presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Marcelo Xavier, admitiu que impediu o acesso da equipe médica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na região.
Questionado pelo deputado Helder Salomão sobre a desnutrição de indígenas, Marcelo disse que a presença do reforço médico na TI Yanomami poderia “atrapalhar” a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).
“Houve sim, a negativa, porque quem presta todo esse serviço lá e a Sesai. Num momento de pandemia, ingressar com pessoas lá para dentro de uma área indígena, sem ter um cronograma de trabalho, sem ter uma limitação temporal, ou sem ter um número de pessoas, sendo que já há uma instituição pública que faz essa atividade, que é a Sesai, me parece um pouco descabido”, disse.
À época, o caso foi divulgado pelo vice-presidente da Hutukara Associação Yanomami, Dário Kopenawa. Ele relatou ainda que os indígenas enfrentaram crise na saúde com epidemia de malária. Além de um grande número de crianças desnutridas.
Conforme Dário, a equipe composta por 18 profissionais da Fiocruz iria a três comunidades atender cerca de 900 pessoas. Da mesma forma, eles iriam realizar exames nos rios da região, onde de acordo com Kopenawa, a água estava “suja e muito poluída”.
O presidente da Hutukara ressaltou que as lideranças das comunidades convidaram a equipe da Fiocruz três meses antes. E havia uma grande logística preparada para recebê-los.
Fonte: 93 FM e da Redação
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