Saúde

Família de jovem que perdeu movimento das pernas precisa de ajuda para se manter em Fortaleza durante busca de diagnóstico

Há seis anos a vida da jovem Débora D’ávila, de 22 anos, mudou completamente. Sem um diagnóstico fechado de uma doença que a mantém numa cadeira de rodas e a impede de ter uma rotina sem dor, Débora e sua família, buscam apoio para uma campanha solidária para custear despesas em Fortaleza, em busca de diagnóstico da doença com um tratamento mais assertivo.

“Comecei a sentir os primeiros sintomas há seis anos na região da virilha, e depois os joelhos tornozelos e dedos, que passam para os braços e coluna e juntas [articulações]. Tem dias que não aguento o toque e tenho movimentos involuntários, principalmente na coluna, nas pernas e na cabeça. Então preciso de ajuda para descobrir o que eu tenho”, explicou.

A mãe, Cláudia dos Santos, conta que teve que parar de trabalhar para cuidar da filha que depende totalmente de apoio, devido a Tetraparesia (a fraqueza muscular nos quatro membros, causada por lesões no sistema nervoso central ou periférico, como AVC).

“Parei de trabalhar porque ela precisa de ajuda para carregá-la, segurar o pescoço para que ela não se machuque, não tenha uma lesão grave. Eu como uma mãe de uma filha nessa condição atípica, gostaria de pedir apoio”, contou.

Débora conta ainda que já realizou todos os exames possíveis para descobrir a doença, desde hemograma, exames de imagem e investigação de doenças reumatológicas e neurológicas. “Eu fiz várias ressonâncias magnéticas e tomografias, exames de sangue e outras. E eles não encontraram nada e não sabem o que eu tenho. E falam que aqui no Estado os recursos para mim já se esgotaram porque todos os exames que eu podia fazer tanto pelo SUS quanto particular já foram feitos”

TFD Indeferido

Cláudia ressalta que o Tratamento Fora de Domicílio (TFD) para Débora foi indeferido pelo Governo de Roraima.

“Minha filha tem um TFD indeferido, devido não ter um diagnóstico fechado. Então como minha filha vai conseguir um TFD para fora para descobrir um diagnóstico se eles não se mobilizam?, indagou Cláudia […] Os próprios médicos do Estado falaram: ‘Olha, mãe, os recursos para sua filha já terminaram e nós não sabemos o que ela tem’. Gostaria que eles pensassem e olhassem para a área da Saúde […] As medicações da Débora são compradas, era pra ser distribuídas pelo SUS, mas não é, nós temos um custo com essas medicações”, contou.

Pix Solidário

Débora está com passagens comparadas para Fortaleza e consultas agendadas para iniciar as investigações e descobrir qual a sua doença. A família disponilizou uma chave Pix para ajudar com transporte, alimentação e hospedagem. “Esse tipo de ajuda é muito importante, porque não sei quanto tempo vou ficar por lá e eu preciso de ajuda”, disse.

Interessados em contribuir com a campanha solidária de Débora, podem enviar qualquer quantia em dinheiro para a chave do Pix: 95991389937. (Débora D’ávila dos Santos Pereira).

Fonte: Da Redação

Josiele Oliveira

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