Fachada do HGR - Foto: Rosi Martins
Uma mulher procurou o Roraima em Tempo nesta quarta-feira, 18, para denunciar, por meio de um vídeo, o que ela descreve como descaso. O marido dela, Adelmo João de Paiva, 48 anos, enfrenta dificuldades no Hospital Geral de Roraima (HGR) para conseguir um leito e parecer médico na unidade de saúde.
Conforme a denunciante, o paciente possui líquido no abdômen e problemas no fígado. Diante do quadro de saúde, ele foi transferido do Hospital Francisco Ricardo de Macedo, em São Luiz do Anauá, para buscar tratamento no hospital da capital.
No vídeo enviado à reportagem, a mulher relata que o marido está há uma semana entre idas e vindas do HGR e do Hospital Lotty Íris.
A denunciante conta que o paciente ficou dois dias em uma cadeira no Hospital Geral e só então foi transferido para a outra unidade, mas precisou voltar para fazer uma tomografia. No entanto, por conta de um suposto desencontro de informações entre as equipes médicas dos hospitais, ele não conseguiu realizar os exames e retornou para o Lotty Íris.
Ainda conforme a esposa de Adelmo, dias depois, uma médica o encaminhou mais uma vez ao HGR, mas de acordo com a mulher, ele não foi aceito na unidade. Conforme ela, agora, o marido encontra-se “internado” em uma poltrona, já que não há leito disponível. Ela cobra providências à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) sobre o caso.
Procurada, a Sesau confirmou que o paciente foi encaminhado ao HGR para realização de exame diagnóstico. No entanto, o encaminhamento ocorreu sem regulação prévia entre as unidades hospitalares. Com isso, o paciente foi direcionado diretamente à emergência do HGR, sem reserva de leito.
Ao dar entrada no HGR, o paciente foi submetido à avaliação por médico especialista em Clínica Médica, com análise dos exames disponíveis, sendo constatado, naquele momento, que não havia indicação para a realização do exame previamente solicitado.
A Pasta ressaltou que o homem permanece internado no HGR, recebendo assistência médica necessária e esclareceu as informações à esposa do paciente.
Ademais, informou que nesta terça-feira,17, a equipe solicitou avaliação por médico gastroenterologista e a realização de exames complementares que possam contribuir para o diagnóstico. Lembrou que o prazo para emissão de parecer especializado é de até 48 horas.
Por fim, disse que a definição da conduta médica ocorrerá após a conclusão da nova avaliação.
Fonte: Da Redação
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