Fachada da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth - Foto: Gabriel Cavalcante/Roraima em Tempo
Wanderson Souza, marido da paciente Eusmarlin Carolina Valderrey, procurou a imprensa para denunciar que o filho morreu na barriga da esposa por “negligência” no atendimento da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth.
O casal mora na Serra Grande II e por volta das 04h da manhã desse domingo (13), a mulher começou a sentir fortes dores. Então, eles se deslocaram para o Cantá, cerca de 27 km da região onde vivem.
Em um posto de saúde do município, o enfermeiro plantonista aplicou dipirona injetável e solicitou que a gestante retornasse para casa. Contudo, por volta das 09h da manhã, ela tornou a sentir fortes dores. Por isso, resolveu voltar à unidade, dessa vez, acompanhada por uma enfermeira que também reside na vila.
“Ela já foi em trabalho de parto dentro do carro. Chegando lá no Cantá, ela recebeu todos os procedimentos que pôde ser feito naquele momento e foi botada na ambulância e veio com encaminhamento para a maternidade”, explicou Wanderson.
Eusmarlin Carolina e o marido chegaram na maternidade por volta das 13h. A mulher já havia perdido líquido amniótico, assim como o tampão mucoso. No entanto, segundo o denunciante, uma enfermeira informou que ela precisava continuar a gestação e pediu para que retornasse para casa.
“Aplicou uma dipirona novamente e mandou ela para casa. Ela não fez nenhum exame, não se aprofundou no que estava acontecendo. Não viu se não estava sendo normal aquela dor ou não. Simplesmente achou irrelevante aquela dor”, disse.
Já nesta segunda-feira (14), o casal voltou à unidade. A mesma profissional que a atendeu no dia anterior, pediu para que ela retornasse para casa novamente. Por outro lado, após a mãe de Wanderson insistir, Eusmarlin foi internada. Várias horas depois, a criança teve a morte atestada.
“Essa mesma pessoa constatou o óbito da bebê […] minha mulher passou 12h com o filho na barriga morto, ou mais. Então essa é a realidade que a gente está vivendo dentro dessa maternidade. Essa é a relidade que a gente está vivendo nosso estado”, lamentou.
Procurada, a Secretaria de Saúde (Sesau) afirmou que a paciente recebe assistência da equipe médica do serviço de obstetrícia da unidade, fazendo uso de medicação para indução de parto normal.
Fonte: Rádio 93 FM e Redação do Roraima em Tempo
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