Gestante no chão da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth - Foto: Reprodução
Gabriela Almeida tem 28 anos, e mora em Pacaraima. Ela estava grávida de 41 semanas e seis dias quando virou notícia em Roraima ao viralizar em um vídeo nas redes sociais. A mulher entrou em desespero na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth no último dia 2 de fevereiro. No chão da unidade, ela implorava para que os médicos realizassem a cesárea.
Em uma conversa com a reportagem nesta quarta-feira (15), Gabriela relatou que tem epilepsia. Além disso, ela tinha sangramento. O que a deixou ainda mais preocupada na maternidade, devido à demora na solução do caso.
Depois de alguns dias na unidade, encaminharam a gestante para a sala de pré-parto. No entanto, não havia vaga. Dessa forma, Gabriele teria que ficar em uma poltrona.
“Eu falei: ‘eu estou sangrando. Não posso dormir aqui não’. Aí conseguiram um leito pra mim no pré-parto. Aí quando eu ia lá perguntar quando ia ser meu parto, eles falavam que só estavam fazendo de emergência”.
Outro relato de Gabriela é que, durante o momento em que ela chorava no chão na maternidade, tentaram impedir as outras gestantes de filmar.
“Quando passou tudo, as meninas que também estavam grávidas me falaram que estavam proibindo de filmar o vídeo. Aí elas falaram ‘não vou parar de filmar não. Isso tem que ir parar nas redes sociais’”.
Procurada, a Secretaria de Saúde (Sesau) afirmou que a gestante recebeu o devido atendimento, de acordo com o protocolo médico.
Após a repercussão do vídeo na imprensa, a secretária de Saúde, Cecília Lorezon, usou as redes sociais para criticar a gestante.
Desse modo, em um grupo de WhatsApp, ela negou a superlotação na maternidade e, além disso, disse que há pessoas que “dão show”.
“Não tem superlotação. Tem uma fila de cirurgias, cujo critério é estabelecido pelo corpo médico, que avalia o que é prioridade. Acontece q tem pessoas q se prestam a dar show ao invés de respeitar os profissionais. Por fim, a título de esclarecimento, essa moça terá a cesárea realizada hj pela tarde”, escreveu.
O governador Antonio Denarium (PP), assim como dois deputados estaduais também participam do grupo.
No dia seguinte do vídeo o Ministério Público de Roraima (MPRR), por meio da imprensa, informou que está apurando o caso.
De acordo com o promotor de Justiça, Igor Naves, o órgão já havia enviado ofício à direção da maternidade para que prestasse informações.
Questionada, Gabriele afirmou na noite desta quarta-feira (13), que até o momento o Ministério Público não havia entrado em contato com ela.
A reportagem também entrou em contato com o Ministério Público do Estado saber o que o MPRR já tem de concreto sobre a investigação e se vai tomar alguma medida, já que o caso teve grande repercussão. Contudo, o órgão não respondeu.
Fonte: Da Redação
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