Ministra da Saúde, Nísia Trindade - Foto: Agência Brasil/Valter Campanato
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, cumpre uma série de compromissos voltados à saúde indígena em Boa Vista nesta segunda-feira, 13. A agenda inclui reuniões estratégicas e visitas a unidades de saúde que prestam assistência à população Yanomami.
Pela manhã, a ministra participa de uma reunião na Casa de Governo com o novo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, Maurício Ye’Kwana, e lideranças indígenas. O encontro abordará temas como a situação da malária na região e o fortalecimento das ações de controle da doença. Dados recentes indicam um aumento de 4% nos casos de malária em 2024, comparado ao ano anterior, mas com uma redução de 35% nos óbitos.
Em seguida, Nísia visita a Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas (URHPI), localizada no Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (UFRR). A primeira etapa das obras, com conclusão prevista para fevereiro de 2025, garantirá 36 leitos exclusivos para a saúde indígena.
A ministra também visitará a Casa de Saúde Indígena Yanomami (Casai) – que atualmente apresenta o menor número de pessoas internadas desde o início da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN). Com a finalização da primeira fase das obras e a realocação de pacientes, será possível assim iniciar a próxima etapa da reforma na próxima semana.
Ainda nesta segunda, Nísia Trindade participa de uma reunião no escritório regional da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). A partir deste mês , a força de trabalho da saúde indígena será migrada para a AgSUS em 10 DSEIs de regiões prioritárias, incluindo o Yanomami. A medida visa garantir maior eficiência na gestão dos serviços de saúde nas áreas de maior vulnerabilidade. Até o final de 2025, todos os DSEIs e Casas de Saúde Indígena (CASAI) terão suas equipes providas pela AgSUS.
Com a instalação do Centro de Operações de Emergência (COE) Yanomami e a implementação de novas tecnologias, inclusive, a que oferece teleconsultoria para doenças febris e infecciosas, o Ministério da Saúde busca enfrentar os desafios históricos de saúde enfrentados pelos povos indígenas. A ação Brasil Saudável, que promove capacitações locais, já formou profissionais para o enfrentamento da malária no DSEI Yanomami, com novas etapas previstas até o final de 2025.
Fonte: Da Redação
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