Foto: Divulgação
Servidores da Saúde da Maternidade Nossa Senhora de Nazaré denunciaram nesta quarta-feira, 25, ao jornalismo da Rádio 93FM, atraso de um ano no pagamento de adicional legal de insalubridade. O valor é pago ao trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde, como ruído e agentes químicos acima dos limites permitidos.
De acordo com os trabalhadores, ao procurarem a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), a Pasta apresenta diversas justificativas para o não pagamento. Como por exemplo, ausência de vistoria da Vigilância Sanitária do Estado no prédio reformado. Além de atrasos na digitalização dos laudos e ainda, alegação de que os documentos teriam desaparecido do Sistema Eletrônico de Informações, o SEI.
Além disso, não haveria sequer previsão para regularização do pagamento do adicional. Conforme nota enviada à imprensa, a atitude tem causando prejuízos financeiros aos servidores. É que dependem do adicional para cumprir compromissos mensais.
reportagem entrou em contato com a Sesau no intuito de esclarecer os motivos do atraso para o pagamento do adicional de insalubridade. Por meio de nota, a Pasta disse que “por ter recebido os laudos após o fechamento da folha de pagamento referente ao mês de março, o pagamento do adicional legal de insalubridade dos servidores será devidamente efetuado no salário do mês de abril”.
Fonte: Da Redação
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