Clínica Especializada Coronel Mota - Foto: Gabriel Cavalcante/Roraima em Tempo
A diretora da Policlínica Coronel Mota, Mayara Bianca Carneiro Pereira, não está cumprindo a jornada de 40 horas semanais. É o que alega uma denúncia feita por servidores da unidade de saúde enviada ao jornalismo da Rádio 93FM.
Segundo os relatos dos funcionários, desde que ela foi aprovada no vestibular para o curso de Medicina, deixou de comparecer ao trabalho. O resultado saiu em dezembro de 2024.
Ainda conforme a denúncia, a ausência da diretora teria gerado reclamações entre os servidores. Uma das funcionárias, que preferiu não se identificar, procurou a Rádio 93FM para denunciar a situação.
“De janeiro para cá ela começou a sumir do hospital. Ninguém via mais. Algumas pessoas começaram a ver que ela estava frequentando faculdade e aí foram atrás para investigar. Ela não cumpre mais a carga horária de direção geral, mas cobra horário de todo mundo. Mesmo não tendo paciente, médico, nada, você tem que estar lá até as sete horas da noite. Se vinha um paciente precisando de algo da direção geral, não tem ninguém para responder. Ela nunca está e fica jogando de um para outro”, disse.
A denúncia também foi encaminhada à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR).
Além da ausência da diretora, os servidores também alegam perseguição por parte da gestão, com cobranças excessivas de horários e até mesmo devolução dos funcionários para a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
“Essa diretora chegou lá com os dois pés no peito da gente, cobrando horário, devolvendo funcionário, acusando pessoas de venda de consulta sem provas. Um monte de barbaridades. Tem um monte de gente doente com atestado psicológico, psiquiátrico, por causa dessa perseguição”, relatou.
Procurada, a Sesau disse que todo e qualquer servidor tem amparo legal para estudar em horário especial (Lei 053/01)
No caso citado, a Pasta explica que a servidora cumpre as 40h semanais de forma intercalada ou corrida, sem atrapalhar a dinâmica da unidade hospitalar, uma vez que há também compromissos de gestão fora da unidade hospitalar.
A Secretaria ressaltou ainda que a direção geral da Policlínica Coronel Mota não cobra horários excessivos, mas sim o cumprimento da jornada de trabalho contratual, uma vez que era comum na unidade alguns servidores não cumprirem com o expediente, o que gerava acúmulo no atendimento, pacientes aguardando por consultas ou tentando agendar consulta ou retorno.
“Ao identificar essa prática, a direção passou a cobrar a frequência, amparada na legislação em vigor, e adotou as medidas administrativas em relação aos servidores que assinavam frequência e não cumpriam o expediente”, conclui a nota.
Fonte: Rádio 93FM
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