Cidades

Assessor parlamentar e servidor da Educação de Pacaraima são flagrados ingerindo bebida alcóolica dentro de transporte escolar

Vídeos, fotos e prints de conversas em grupo de WhatsApp enviadas ao Roraima em Tempo nesta sexta-feira, 12, mostram dois servidores da Prefeitura de Pacaraima supostamente ingerindo bebida alcóolica dentro de um ônibus escolar durante a noite.

A denúncia identificou um deles como funcionário da Secretaria Municipal de Educação (SMEC), lotado no Centro de Atividades Complementares de Cultura e Desporto, e um assessor parlamentar.

Conforme o denunciante, os vídeos que circulam são de autoria do próprio diretor do Centro, que teria compartilhado em um “grupo de futebol”. Disse ainda que “as condutas indevidas praticadas pelo diretor do Centro e pelos funcionário são corriqueiras no município”, afirmou.

Outro vídeo mostra um servidor fardado na carroceria de uma caminhonete segurando uma mesa de tênis de mesa. O veículo que, segundo a denúncia, estava locado pela Prefeitura, aparece chegando em uma distribuidora de bebidas.

“Em outro episódio, os mesmos chegaram a realizar um torneio de tênis de mesa no mesmo bar. Tudo regado a bebidas utilizando transporte, estrutura, troféus personalizados pela Prefeitura de Pacaraima”, apontou.

Ainda conforme relatado, a Ouvidoria do município já recebeu denúncia sobre a situação, contudo, não houve retorno. “Deixamos registrado na ouvidoria do município, porém não aconteceu nada. Todos sabem o que acontece, a comunidade comenta as atitudes boca a boca e nos grupos locais de WhatsApp”, finalizou.

Outro lado

Em nota, a assessoria do prefeito Waldery D’avila (Progressistas) afirmou que a Prefeitura não dispõe de ônibus para o transporte escolar na sede municipal. E quem, recentemente, recebeu um novo ônibus, que foi imediatamente destinado à comunidade indígena do Contão, onde atende às crianças locais.

Além disso, ressaltou que o episódio em questão não ocorreu em nenhum ônibus pertencente à Prefeitura de Pacaraima.

Sobre o envolvimento do servidor público no caso, disse que é fundamental esclarecer que a Prefeitura não tem competência para fiscalizar a conduta de seus servidores em horários de folga.

Fonte: Da Redação

Josiele Oliveira

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