Operação Catrimani II - Foto: Divulgação/Forças Armadas
Desde o mês de abril, a Operação Catrimani II já colaborou para um prejuízo de R$ 215 milhões ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
Em ações coordenadas pela Casa de Governo de Roraima, militares do Exército, Marinha e Força Aérea inutilizaram 11kg de ouro, 227kg de mercúrio, 91 toneladas de cassiterita, 90 armamentos, 141 embarcações, 20 aeronaves, 95 mil litros de óleo diesel, 811 motores, 20 dragas, 251 geradores e destruiu 318 acampamentos, além de outros itens.
Além disso, militares especializados da Engenharia do Exército destruíram 45 pistas de pouso durante seis meses da operação.
Para dar suporte às ações, o Comando Operacional Conjunto Catrimani II construiu duas bases temporárias em pontos estratégicos da Terra Yanomami. Os locais contam com a presença permanente de efetivos das Forças Armadas e de diversas agências governamentais. Nas bases, são feitas constantes patrulhas fluviais de repressão de crimes relacionados ao garimpo ilegal e, do mesmo modo, para contribuir com a segurança das comunidades indígenas que vivem na região.
A Operação Catrimani II também promoveu ações humanitárias. Assim, destacam-se mais de 6 mil atendimentos médico-odontológicos e 16.320 procedimentos prestados por navios da Marinha e pelos Pelotões Especiais de Fronteira. Assim como a construção de poços artesianos para atender às comunidades indígenas.
Fonte: Da Redação
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