Cidades

Empresa investigada por desvio de verbas assume todos os serviços de Ortopedia do HGR

A empresa MedTrauma Serviços Médicos Especializados, investigada por desvio de verbas vai assumir de forma integral os serviços de Ortopedia do Hospital Geral de Roraima (HGR). A informação consta em ofício o qual o Roraima em Tempo teve acesso nesta quarta-feira (4).

Conforme o documento assinado pela própria secretária de Saúde, Cecília Lorezon, a empresa, que é de Mato Grosso, assume os serviços na unidade ainda este mês. Assim, todos os profissionais que atuam na área da Ortopedia devem se apresentar na secretaria, pois vão ser realocados.

A reportagem entrou em contato com o Governo de Roraima para esclarecimentos sobre o assunto, contudo não houve retorno.

TCU suspendeu contrato de R$ 30 milhões de empresa com Sesau

Em abril, o Tribunal de Contas da União (TCU) embargou o contrato de R$ 30 milhões da empresa com a Sesau, bem como, a paralisação dos pagamentos.

Além disso, o órgão havia determinado diligências no contrato depois que os auditores identificaram relações suspeitas da empresa com outro contrato na mesma modalidade com o Governo do Acre.

No relatório, o TCU afirmou que a Sesau aderiu à Ata de Registro de Preços decorrente do pregão eletrônico sob exame. E então celebrou o contato com a Medtrauma no valor de R$ 30.2 milhões com a previsão de utilização de recursos federais, conforme consta no Diário Oficial.

No acre

O Tribunal de Contas do Acre (TCE-AC) denunciou a empresa Medtrauma por suspeita de desviar dinheiro. O órgão cobrou da empresa a relação de todas as notas fiscais emitidas. Cobrou ainda as respectivas medições, notas de empenho e pagamentos no valor R$ 13 milhões.

Essa mesma empresa é investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso. A estimativa é de um desvio de R$ 35 milhões com o esquema naquele estado.

Terceirização dos serviço de Ortopedia no HGR

Em fevereiro, residentes médicos da Universidade Federal de Roraima (UFRR) enviaram denúncia ao Ministério Público Federal (MPF) relatando sobre como a terceirização do serviço de Ortopedia poderia prejudicar a aprendizagem dos alunos.

Na época, o MPF solicitou ao reitor da UFRR, José Geraldo Ticianeli, que informasse como seria realizada a residência médica dos alunos. Além disso, pediu que esclarecesse se os profissionais não vinculados ao HGR iriam avaliar os discentes.

Fonte: Da Redação

Polyana Girardi

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