Capacitação da Guarda Municipal - Foto: Andrezza Mariot/Semuc/PMBV
A Guarda Civil Municipal de Boa Vista participou nesta quarta-feira, 26, do 1º ciclo de palestras promovido pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Trânsito (SMST) em 2025, com objetivo de aprimorar a atuação dos agentes no atendimento às vítimas de violência doméstica. O evento contou com a presença de autoridades, assim como de especialistas na área de segurança pública e direitos das mulheres.
“O ciclo de palestras, que faz parte de uma série de capacitações contínuas planejadas pela secretaria, abordou temas fundamentais para o atendimento eficaz de vítimas da violência, com destaque para a Lei Maria da Penha”, destacou a comandante-geral da GCM de Boa Vista, Cícera Mangabeira.
A delegada da Polícia Civil de Roraima, Francilene Vargas, foi uma das palestrantes. Durante sua fala, ela enfatizou a necessidade da empatia, sigilo, respeito e comunicação clara no atendimento, visto que muitas vezes, os guardas são os primeiros a chegar ao local das ocorrências.
“Compreender a violência doméstica em suas diversas formas, seja física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, é essencial para garantir um suporte eficaz e sem julgamentos. A formação deles é importante para garantir que as vítimas recebam um atendimento adequado e respeitoso”, disse Francilene.
Outro ponto de destaque foi a palestra da delegada Verlânia Silva de Assis. Ela explicou o processo de avaliação de riscos e os encaminhamentos necessários, reforçando assim a importância da empatia e confidencialidade no atendimento. “É fundamental que o atendimento seja realizado de forma padronizada, com respeito e compreensão da situação da vítima”, afirmou a delegada.
A guarda Gerlyany Santos integra a equipe da Ronda Comercial da GCM e reconhece a necessidade de se atualizar sobre a lei. “Isso ajuda no atendimento às vítimas de violência independente da guarnição que esteja atuando dentro da corporação”, completou.
Além das palestras, o evento também destacou a importância das estruturas de apoio para as vítimas. A Prefeitura disponibiliza a “Sala Lilás”, por exemplo, espaço exclusivo para acolher mulheres vítimas de violência, que funciona na sede da Patrulha Maria da Penha, no bairro Caranã.
Fonte: Da Redação
Mudança acontece após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal manter a decisão do ministro…
Já a frota de ônibus da capital atuará com 100%
Medida garante que o voto digitado na urna seja exatamente o mesmo que o sistema…
Tentativa de fraude de identidade digital cresceu 36,6% no 1º trimestre deste ano, aponta Serasa…
Ao todo, 1.483 urnas serão utilizadas, sendo 841 na capital
Analfabetismo atinge principalmente a população idosa