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A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) revela que 17,4% dos estudantes roraimenses de 13 a 17 anos já sofreram violência sexual. Além disso, 8,7% deles já usaram maconha. Os dados são do dia 10 de setembro.
Feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo diz que esses estudantes foram beijados, tocados ou passaram por situações de exposição de partes do corpo sem o consentimento deles.
Em Roraima, participaram estudantes do 7º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Dessa forma, o universo retrata 41.014 alunos.
Os dados mostram que, no caso das meninas, a violência sexual ficou acima dos meninos: 21,2% contra 13,8%.
Os números também indicam que os estudantes já usaram drogas em algum momento da vida. A maconha foi citada por 5,3% dos rapazes, enquanto as moças somaram 3,4%.
Em relação ao crack, 1,1% dos meninos disse ter usado a droga 30 dias antes da pesquisa, contra 0,5% das meninas. Sobre o cigarro, 27,1% dos estudantes já fumaram.
A pesquisa apontou 14,6% como média nacional para a violência sexual, 2,8 pontos abaixo da média verificada em Roraima.
Por outro lado, Roraima ficou abaixo da média nacional no consumo de drogas. No país, 13% dos estudantes disseram ter usado drogas, contra 11% no estado.
Entre as drogas citadas, a média nacional foi de 5,3% para consumo recente de maconha, e 0,6%, de crack. Em contrapartida, Roraima registrou 4,4% e 0,8%.
A pesquisa reúne informações que permitem conhecer os fatores de risco e proteção à saúde dos adolescentes. Dessa forma, é feita por amostragem, utilizando como referência o cadastro tanto de escolas públicas quanto de privadas.
Além disso, fornece características básicas, incluindo aspectos socioeconômicos, como escolaridade dos pais, inserção no mercado de trabalho, contextos social e familiar, bem como consumo de álcool e drogas.
Características do ambiente escolar são contempladas, incluindo infraestrutura disponível para alimentação e atividade física, acessibilidade, saneamento básico, regras das escolas, políticas de assistência à saúde, assim como segurança.
Por Redação
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