Cidades

MPRR recomenda que secretarias avaliem volta às aulas presenciais

O Ministério Público (MPRR) informou hoje (2) que recomendou às Secretarias de Educação do Governo de Roraima e da Prefeitura de Boa Vista que avaliem o retorno das aulas presenciais.

A recomendação ocorreu em reunião com representantes das secretarias de Educação e Saúde, e da Coordenação Estadual da Vigilância e Saúde.

Para o ministério, é preciso discutir a volta e as escolas têm que observar as condições de segurança sanitária dos estudantes e de toda a comunidade escolar.

O órgão reforça, portanto, a necessidade de manter o distanciamento entre as carteiras escolares, assegurando ainda outras medidas sanitárias preventivas.

Os promotores Igor Naves e Lincoln Zaniolo também recomendam que as Secretarias de Educação adotem medidas sanitárias compatíveis com o estágio da pandemia. Além disso, elaborem um plano de retorno gradual das atividades.

Documento

A recomendação considera, assim, a informação de que Roraima era, até semana passada, o único estado sem previsão de retorno das aulas presenciais.

“Não é de hoje que o Ministério Público externa preocupação com o retorno das atividades presenciais, que deve ser realizado de forma planejada e gradual”, disse Lincoln Zaniolo.

O ensino presencial está suspenso desde março de 2020, por causa da pandemia da Covid-19.

O governo já planeja voltar em setembro, já que a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos inicia neste mês. A prefeitura ainda não tem data.

Até o momento, 9.531 servidores da Educação receberam a vacina contra o coronavírus. Desse total, apenas 142 já tomaram a segunda dose, enquanto outros 23 a dose única.

Para o MPRR, são incalculáveis e irreversíveis as consequências da paralisação das atividades escolares às crianças e adolescentes que já perderam um ano letivo.

“Percebemos que ambas as secretarias e o Ministério Público têm o mesmo objetivo: promover o retorno às aulas presenciais o mais rápido possível. Logicamente com toda a cautela e segurança que o assunto requer”, ressaltou Igor Naves.

As Secretárias de Educação têm dez dias para fornecer as informações solicitadas.

Por Redação

Josué Ferreira

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