Mais de 10 mil imigrantes receberam o serviço em Boa Vista e Pacaraima - Foto: Divulgação/Cáritas
O projeto Orinoco: Águas que Atravessam Fronteiras já atendeu mais de 10 mil imigrantes e refugiados venezuelanos em situação de rua em Roraima com serviços de água, saneamento e higiene.
Os dados são de novembro de 2020 até o dia 31 de julho deste ano. O projeto da Cáritas promove os serviços através da instalação de banheiros, duchas, lavanderias e bebedouros.
Conforme o levantamento, 10.776 imigrantes receberam o serviço em Boa Vista e Pacaraima. De acordo com Wellthon Leal, assessor local de monitoramento, o número aumentou depois da flexibilização da fronteira entre Brasil e Venezuela.
“No mês de julho houve um grande aumento de cadastros e acessos às instalações do Projeto Orinoco, sobretudo em Pacaraima onde os acessos saíram de 1.018 em junho para 3.025 em julho, cerca de três vezes mais”.
Os dados sobre o perfil de atendidos, bem como número sobre outros detalhes do monitoramento estão disponíveis na plataforma Bi Power.
A iniciativa é financiada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e Bureau for Humanitarian Assistance (BHA/USAID)
O projeto beneficia pessoas em extrema vulnerabilidade social e econômica entre Pacaraima e Venezuela desde 2019.
O Orinoco atende 15 ocupações espontâneas (locais que possuem estruturas improvisadas) em Boa Vista e Pacaraima.
Nesse sentido, a instituição também distribui kits de limpeza e de higiene pessoal e também promove atividades educativas para o combate e proteção contra a Covid-19.
Em abril, o Orinoco também levou as ações para as comunidades indígenas Tarau Paru, Sorocaima e Bananal na região do Alto São Marcos, em Roraima. Desde que o fluxo migratório venezuelano aumentou, a região recebe indígenas Taurepang do território vizinho.
Fonte: Da Redação
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