Foto: Chris Williams/Nasa
A órbita da Terra está cada vez mais congestionada por objetos sem utilidade que continuam circulando em alta velocidade e aumentam o risco de acidentes no espaço. Um levantamento da empresa de engenharia ACCU, com base em dados da United States Space Force, aponta que quase metade dos artefatos rastreados ao redor do planeta já tem a classificação de lixo espacial.
Segundo o estudo, atualmente existem 33.269 objetos monitorados em órbita terrestre. Desse total, 17.682 são satélites, enquanto 15.587 correspondem a corpos de foguetes descartados, peças de lançamentos e fragmentos não identificados.
Na prática, os dados indicam que 47% de tudo o que é acompanhado pelos sistemas de rastreamento espacial não possui mais controle nem função operacional.
Especialistas alertam que o problema pode ser ainda maior do que mostram os números oficiais. Isso porque existem milhões de partículas pequenas demais para detecção. Como por exemplo, lascas de tinta, fragmentos metálicos e resíduos microscópicos desprendidos de foguetes e espaçonaves ao longo das últimas décadas.
Mesmo pequenos, esses detritos representam uma ameaça significativa. Muitos circulam a velocidades superiores a 27 mil quilômetros por hora. Nessas condições, um fragmento de apenas um centímetro pode inutilizar uma espaçonave, enquanto um objeto de 10 centímetros tem potencial para destruir completamente um satélite.
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