Foto: Arquivo pessoal
Em alusão ao Dia Mundial da África e com o objetivo de divulgar a cultura e pluralidade do continente, a Escola Estadual São José promoveu nesta sexta-feira (24), a mostra pedagógica “História, cores e diversidade”.
A programação, que aconteceu às vésperas da data comemorativa, contou com uma roda de capoeira, conduzida pelo instrutor Tortu, do grupo Abadá Capoeira. A prática, que une o esporte e a arte, surgiu no Brasil como uma resposta à violência sofrida pelos escravizados.
Houve ainda uma exposição de trabalhos feitos pelos alunos de cinco turmas do 7º ano. Eles prepararam cartazes, maquetes, máscaras, comidas e outras produções para celebrar a data.
Segundo a idealizadora da mostra e professora de História da Escola São José, Hstéffany Muniz, a ideia é que os estudantes conheçam a África para além do senso comum.
“Em uma atividade diagnóstica, eles associaram África à fome, miséria e desigualdade. E essa atividade veio para mostrar, por meio de pesquisas feitas por eles mesmos, que a África é um continente muito rico culturalmente, diverso em suas cores e com uma história que não envolve só a escravização. Todas as turmas estão apresentando sobre arte, história, ciência, matemática, geografia e mulheres na África”, explicou a mestre em Ensino de História.
Para o estagiário do projeto e estudante de Licenciatura em História da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Thalisson Dioada Soares Costa, o evento é uma oportunidade de desconstruir a visão estereotipada de estudantes sobre o continente africano.
“Isso vai contribuir para uma educação mais inclusiva e uma educação antirracista. E como futuro professor, eu considero fundamental promover essa visão diversificada e positiva da África”, disse o acadêmico.
Sobre o Dia Mundial da África
A data celebra a criação da Organização da Unidade Africana (OUA), hoje chamada União Africana. Fundada em 25 de maio de 1963, foi a primeira organização continental pós-independência na África. Nesse dia, mais de 30 líderes africanos se reuniram para apoiar a descolonização de países como Angola, Moçambique, África do Sul e Rodésia do Sul. Na ocasião, eles assinaram uma carta para melhorar a qualidade de vida nos estados-membros.
Fonte: Da Redação
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