Romano foi sequestrado e torturado no dia 26 de outubro de 2020 - Foto: Arquivo/Roraima em Tempo/Nonato Sousa
O Ministério Público (MPRR) solicitou à Justiça de Roraima a retirada do sigilo do processo que investiga o sequestro do jornalista Romano dos Anjos.
O MPRR repassou a informação ao Roraima em Tempo por meio de nota na tarde desta segunda-feira (25).
“O Grupo de Atuação Especial do Ministério Público também pediu o levantamento do sigilo do processo por entender que as provas são robustas e que a sociedade roraimense deve acompanhar o prosseguimento do caso”, diz a nota.
Após Jalser Renier perder o mandato de deputado, o processo caiu da 2ª para a 1ª instância. O ex-deputado é apontado nas investigações como o possível mandante do sequestro de Romano dos Anjos.
Conforme o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) o processo passou por redistribuição e foi para a 1ª Titularidade da 1ª Promotoria de Justiça Criminal, a qual solicitou auxílio do grupo.
Dessa forma, o Gaeco voltou a atuar no caso e já solicitou ao judiciário o prosseguimento da denúncia pelos mesmos fatos investigados.
Anteriormente, o promotor Marco Antônio Bordin de Azeredo atuou no processo e pediu mais investigações sobre as acusações de organização criminosa e obstrução de justiça.
Desse modo, a manifestação do promotor valeu para todos os denunciados. Por esse motivo, o policial Bruno Inforzato foi solto pela Justiça. O militar estava preso apenas por obstrução de justiça.
Os outros policiais militares, bem como o ex-servidor da Assembleia Legislativa continuam presos.
O MP reforçou ainda que as provas adquiridas na Operação Pulitzer são suficientes para a manutenção das medidas já adotadas pela Justiça.
“O Ministério Público do Estado de Roraima reforça o trabalho sério e imparcial desenvolvido pelo GAECO/MPRR na operação Pulitzer, o qual produziu elementos probatórios convincentes que sustentam as medidas judiciais”.
Fonte: Da Redação
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