Jornalista Romano dos Anjos - Foto: Reprodução/Redes Sociais
O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) marcou para os dias 5 e 6 mais duas audiências para ouvir testemunhas do caso Romano dos Anjos.
As oitivas servem para a produção de provas testemunhais, em que a acusação e a defesa indicam pessoas para prestarem depoimentos.
A Justiça está ouvindo as testemunhas desde agosto do ano passado. Em dezembro, por exemplo, dois delegados prestaram depoimento: João Luiz Evangelista, que conduziu as investigações e liderou a força-tarefa que a Delegacia Geral criou para o caso e Herbert Amorim Cardoso, responsável por instituir a força-tarefa no dia 13 de novembro de 2020, quando comanda a Polícia Civil de Roraima (PCRR).
Na noite de 26 de outubro de 2020, Romano dos Anjos e a esposa Nattacha Vasconcelos, estavam em casa quando foram surpreendidos por homens encapuzados.
Após usarem técnicas policiais para imobilização, os criminosos amarraram a mulher e sequestraram Romano. Em seguida, usaram o carro do jornalista para a ação e incendiaram o veículo. Além disso, jogaram o celular da vítima em uma área de mata no meio do caminho.
Quase 12 horas após a invasão à residência do casal, um funcionário da Roraima Energia encontrou Romano no Bom Intento, zona Rural de Boa Vista. O jornalista sofreu tortura, que resultou em um braço quebrado, assim como em lesões nas duas pernas.
As investigações duraram quase um ano até que a Polícia Civil deflagrasse a primeira operação, a Pulitzer. Em 16 de setembro de 2021, o Ministério Público de Roraima (MPRR) e as polícias Civil e Militar prenderam seis policiais militares e um ex-servidor da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR).
Já no dia 1º de outubro, o MP deflagrou a segunda fase da operação, que resultou na prisão de Jalser Renier e mais três militares investigados pela força-tarefa criada para elucidar o caso.
Três dias depois, os deputados estaduais se reuniram e decidiram, por unanimidade, manter a prisão do parlamentar.
Entretanto, no dia 6 de outubro, o Superior Tribunal e Justiça (STJ), com justificativa de imunidade parlamentar, concedeu liberdade a Renier com uso de tornozeleira eletrônica.
No dia 26 do mesmo mês, o Ministério Público denunciou o deputado Jalser Renier por oito crimes no caso Romano dos Anjos. Em fevereiro de 2022, Jalser teve o mandato cassado na Casa Legislativa por quebra de decoro parlamentar.
Fonte: Da Redação
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