Jorge Everton disse que CPI evitou o desvio de mais de R$ 80 milhões - Foto: Divulgação/ALE-RR
A CPI da Saúde remarcou a apresentação do relatório final para a próxima segunda-feira (6). O presidente da comissão, deputado Coronel Chagas (PRTB) fez o anúncio na sessão desta quinta-feira (2). Anteriormente, a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) havia anunciado a leitura do documento para esta sexta-feira (3).
A sessão será transmitida pela TV Assembleia (57.3). Do mesmo modo, a população também poderá acompanhar pelas redes sociais da ALE-RR.
Após a leitura, o documento segue para a Mesa Diretora da Casa. Então os deputados votarão em plenário. Em seguida, se aprovado, o relatório irá para os órgãos necessários.
Conforme a ALE-RR, a CPI pede o indiciamento de 62 pessoas investigadas durante esses dois anos. O relatório tem 445 páginas.
Em uma das sessões, o relator, deputado Jorge Everton (sem partido) afirmou que a CPI evitou o desvio de mais de R$ 80 milhões dos cofres públicos.
A comissão ouviu servidores, bem como ex-secretários da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), entre outras pessoas. Um deles é o ex-gestor da Sesau, Francisco Monteiro. Depois que se envolveu no “escândalo dos respiradores”, Monteiro foi investigado e condenado pela Justiça Federal a pagar indenização de R$ 640 mil.
Junto com ele, a Justiça também condenou o ex-servidor Francisvaldo Paixão. Este, recebeu a multa de R$ 130 mil. Apesar disso, os dois não não tiveram os direitos políticos suspensos.
O desvio de R$ 6 milhões foi denunciado com exclusividade pela Rádio 93FM.
O senador Chico Rodrigues (DEM) protagonizou outro escândalo envolvendo dinheiro da Saúde. A Polícia Federal (PF) o flagrou com dinheiro na cueca.
O episódio ocorreu em outubro de 2020, quando a Polícia Federal (PF) cumpria mandado de busca e apreensão na casa de Chico. O órgão investiga o senador, sobretudo, por desvio de dinheiro da Covid-19.
Ao indiciar Chico, a PF afirmou que o parlamentar praticou os crimes de peculato, advocacia administrativa, embaraço de investigação, bem como lavagem de dinheiro.
No dia 25 de outubro deste ano, o senador pediu o arquivamento do processo. A defesa enviou o pedido ao ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os deputados estaduais instalaram a CPI da Saúde em setembro de 2019. Desde então, a comissão apura possíveis irregularidades de contratos na Sesau a partir de 2015. Outro foco são os contratos celebrados durante a pandemia de Covid-19.
Os integrantes da CPI da Saúde são os deputados: Coronel Chagas – presidente, Nilton Sindpol (Patri) – vice-presidente, Jorge Everton – relator, Renato Silva (Pros), Lenir Rodrigues (Cidadania), Eder Lourinho (PTC), bem como Evangelista Siqueira (PT).
Fonte: Da Redação
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