Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Teste Público de Segurança das urnas eletrônicas para as eleições de 2026 começou nesta segunda-feira (1°) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), marcando a edição que mais recebeu propostas da sociedade desde sua criação em 2009.
A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, informou, durante a abertura do evento, que ocorreu um total de 149 ideias, das quais 38 tiveram aceitação. Ao longo da semana, mais de 30 pessoas executarão os planos submetidos ao TSE para verificar a credibilidade e a segurança dos sistemas eleitorais.
“Desta vez, nós tivemos o maior número de investigadores. Bem como de propostas que vieram para o nosso conhecimento”, afirmou a ministra, ressaltando a importância do procedimento que ocorrerá até sexta-feira (5).
Cármen Lúcia destacou o papel dos participantes para assegurar uma eleição segura. “Neste teste, teremos 31 pessoas atuando durante essa semana, que farão, portanto, a verificação, o teste dos sistemas e a apresentação de propostas, para que a gente tenha uma eleição no ano que vem, mais uma vez, segura, tranquila, transparente e, acima de tudo, para o sossego da eleitora e do eleitor brasileiro.”
Por fim, o teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais ocorre desde 2009. Ele é obrigatório desde 2016. Neste ano, o TSE recebeu pedidos de 151 pessoas interessadas em participar do evento, o que representa o maior número de inscritos na história do país.
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