Política

Policiais penais realizam protesto para cobrar respostas do governo sobre reivindicações em RR

O sindicato dos Policiais Penais de Roraima realizaram um protesto nesta quinta-feira (30) em frente ao Palácio Senador Hélio Campos para cobrar respostas do Governo do Estado sobre as reivindicações apresentadas pela categoria.

De acordo com a representante do sindicato, Joana Dark, a categoria pede para que o governo se posicione sobre assuntos como; assédio moral, perseguição, falta de iluminação nas unidades prisionais, falta de colchões, falta de efetivo mesmo após o reforço do último concurso público, além da falta de regulamentação para que os policiais penais utilizem as guaritas.

“Que a gente possa falar diretamente com ele [governador] acerca das reivindicações da categoria que vem sofrendo com desmandes da atual gestão da Sejuc [Secretaria de Justiça] pessoal tem reclamado do assédio moral e do arrocho nas escalas de serviço.” explicou.

Joana Dark também disse então, que os policiais penais também estão tendo que justificar informações de foro intimo, os motivos da troca de plantão.

“Essa questão das permutas, e a necessidade de justificar as permutas tem colocado os policiais em situação bem complicada porque as vezes você deseja permutar o serviço para fazer uma coisa de foro intimo e ainda assim essas permutas são negadas. Ainda exigem que exponham o motivo pessoal ou seja, põe o policial penal em situação vexatória“, disse.

O Roraima em Tempo entrou em contato com o governo para posicionamento. Por meio de nota, disse que recebeu os representantes dos policiais penais e está mantendo diálogo no intuito de resolver a situação.

Decisão Judicial

Uma decisão judicial proibiu os policiais penais de paralisar as atividades como advertências aos problemas enfrentados pela categoria. Caso ocorra, os policiais estão sujeitos a uma multa e abertura de processo administrativo.

Dessa forma, o sindicato cumpre a decisão, no entanto, afirmou que os servidores estão adoecendo psicologicamente por conta da escala de serviço e outras perseguições por parte da atual gestão da Sejuc.

Fonte: Rádio 93FM

Polyana Girardi

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