Infraestrutura em colapso: as consequências mortais de uma gestão desastrosa

Quando se fala em Maternidade de Lona, não se pensa em outra coisa como estrutura decadente, negligência médica, e outros inúmeros fatos, incluindo o número massivo de mortes de mães e bebês

Infraestrutura em colapso: as consequências mortais de uma gestão desastrosa
Foto: Divulgação

Quanto vale a vida humana?

Sabemos que o Governo de Roraima acumula más condutas tanto pelo chefe do executivo quanto por meio das secretarias estaduais. Com isso, o que mais chama a atenção é até que ponto se vai na execução de uma má gestão, para custar tantas vidas. Quando se fala em Maternidade de Lona, não se pensa em outra coisa como estrutura decadente, negligência médica, e outros inúmeros fatos, incluindo o número massivo de mortes de mães e bebês. Tudo isso se atribui à Sesau. Entretanto, pararam para imaginar que o cenário pudesse ser diferente se a Secretaria de Infraestrutura também soubesse atuar?

O nascimento de um pesadelo

Uma obra que se arrasta por três anos quando deveria ter durado apenas cinco meses. Esta foi a promessa que a Secretaria de Infraestrutura fez ao anunciar a obra geral no Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth, em Boa Vista. Mas, ao invés de nascer uma nova maternidade, tudo se transformou em um verdadeiro pesadelo. A demora para conclusão da obra submeteu pacientes mais tempo na Maternidade de Lona, causado sofrimento, mortes e lutos. Talvez, tudo isso pudesse ser evitado se a pasta tivesse cumprido a promessa ao invés de agir desastrosamente com os recursos financeiros. Estima-se que a reforma da unidade já custou mais de R$ 90 milhões aos cofres públicos, somando emendas, verba perdida, aluguéis e empréstimos.

Parece que nada vai mudar

Com o mês de junho perto de acabar e a proximidade do mês de julho, o cidadão roraimense fica tenso para saber se, de fato, a obra será concluída. A promessa é de que em julho o Hospital Materno seria inaugurado, porém, dias depois o Governo se calou diante da confirmação da data. Caso não se cumpra a compressa, o que ainda nos resta para um novo colapso?

Fonte: Da Redação

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