Fachada do HGR - Foto: Arquivo/Roraima em Tempo
O filho de uma paciente procurou o Roraima em Tempo nessa sexta-feira (4) para relatar que por conta do atraso em uma cirurgia no fêmur a ser feita no Hospital Geral de Roraima (HGR), a situação da mãe piorou e precisará realizar procedimento que custa R$ 80 mil.
Thiago Melville, de 36 anos, conta que a mãe Catarina Veras Melville, de 53 anos, sofreu o acidente em dezembro. Contudo, por causa da falta de um equipamento de raio-x, só conseguiu marcar a cirurgia para o dia 25 de janeiro.
Ao chegar o dia do procedimento, os funcionários informaram que não havia anestesista. Dessa forma, eles precisaram cancelar a cirurgia. A mulher ainda aguarda na unidade privada Lotty Iris.
Conforme relatado, nessa quinta-feira (3), a Catarina realizou um novo raio-x, onde constataram que o fêmur da paciente havia se deteriorado. Com isso, deverá realizar o procedimento de artroplastia total de quadril. A operação consiste na substituição da articulação do quadril por uma prótese que tem o valor de R$ 35 mil.
“A prótese é 35 mil reais, tem que colocar essa prótese, não tem como fazer mais nada para aproveitar o osso que quebrou. Vai ter que colocar uma prótese no lugar, para poder ligar o fêmur com o quadril. É R$ 35 mil a prótese, e R$ 30 mil a cirurgia e todo o equipamento. Agora, mais R$ 20 mil aqui do Lotty Iris. Ou seja, total de R$ 85 mil a operação”, explicou Thiago.
Agora a família da paciente abrirá um processo no Ministério Público (MP) a fim de que o Governo do Estado faça o custeio de todo o procedimento.
A família pede ainda o apoio da população para ajudar no financiamento do tratamento, pois temem a demora da decisão judicial. As doações podem ser feitas através do PIX (95) 991691519 – Thiago Melville.
A Secretaria de Saúde de Roraima informa que a família do paciente pode procurar a rede estadual para que o caso seja verificado e adotadas as providências necessárias. Sobre a falta de médico anestesista, a Sesau informa que há profissionais desta especialidade atuando na rede estadual de saúde, mas trabalha na contratação de mais profissionais.
Fonte: Lara Muniz
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