Raio-x do bebê com clavícula quebrada - Foto: Arquivo pessoal
O bebê que teve a clavícula quebrada em parto na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth teve uma piora no quadro de saúde. Quem informou foi o pai da criança, Joel Gomes, de 27 anos, nesta terça-feira (11).
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Conforme o homem após alta hospitalar, o bebê perdeu peso e teve que retornar para a unidade na ultima quinta-feira (6) pois a mãe da criança Rosilene Costa de Paula de 19 anos, também teve uma piora na saúde. Contudo, tem ocorrido atrasos para entrega do alimento para a criança no local o que dificulta para o seu ganho de peso.
“O leite empedrou nos seios da minha esposa e infeccionou e a criança perdeu bastante peso. Acabou que a situação foi só se agravando. E no hospital a situação não está boa também porque como ele não pode tomar o leite da mãe, ele precisava tomar o leite da formula que dão no prazo de 3h em 3h. No entanto, na troca de plantão acabam esquecendo o prazo e a criança já está com fome e chora. Ou seja, além de trazer pouco leite ainda atrasam”, explicou o pai.
A reportagem entrou em contato com o Governo de Roraima para esclarecimentos sobre o caso e aguarda retorno.
A mãe do bebê Rosilene, deu entrada na maternidade no dia 26 de junho. A gravidez era de risco e necessitava de uma Cesária, pois o bebê era grande para a realização do parto normal e poderia comprometer a integridade física da criança e da gestante.
Segundo o pai, o bebê chegou a nascer sem respiração. Ele disse ainda que, depois de uma reanimação, o seu filho começou a respirar novamente, porém ficou com a clavícula quebrada. Joel percebeu a clavícula quebrada após verificar que local estava inchado e com hematomas.
Do mesmo modo, Joel também relatou que a criança tem outro problema de saúde. Trata-se de um caroço na virilha.
“Quando ela chora, o caroço aumenta. Chegamos a comentar com o pediatra sobre o problema e o pediatra sequer deu atenção. Todo o dia é um pediatra diferente que vai lá vira a cara e anota. Parece até que tem nojo da criança. Também, temos um papel para que a criança faça um ultrassom, apresentamos esse papel na unidade e até hoje não tivemos retorno”, desabafou.
Por fim, Joel relembrou que é de direito que o filho e a esposa tenham atendimento de qualidade na maternidade.
” A alimentação da criança tem que ser de 3h em 3h e as vezes ocorre em 4h porque atrasa. A alimentação é quente. A criança começa a sentir dor de barriga e ela não tem nem como ganhar peso. Eles têm que cuidar da gente e não para fazer a situação piorar. Quebraram a clavícula da criança para cuidar em casa. A gente se sente abandonado e o pessoal não dá a assistência que a gente precisa” finalizou.
Procurada, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que a paciente encontra-se sob os cuidados da equipe pediátrica da maternidade. Segundo a Direção Geral da unidade, o recém-nascido está sendo alimentado regularmente com fórmula infantil Aptamil 1 e não há atraso no fornecimento. A pasta ressaltou ainda que nenhuma das queixas foram registradas na Ouvidoria da Maternidade.
Fonte: Rádio 93FM
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