Foto: PMBV/Arquivo
Diante do aumento no número de casos de dengue em todo o país, a Prefeitura de Boa Vista reforça as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. Agentes de combate a endemias têm feito bloqueio vetorial, tratamento químico em depósitos, monitoramento de armadilhas, além de visitas domiciliares e orientação a moradores.
Dessa forma, fazem parte das ações do município no combate ao mosquito a coleta de larvas, a aplicação de larvicida, além de notificação de terrenos, construções e imóveis em situação de abandono. De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Ana Paula Merval, a gestão precisa do apoio da população para combater o Aedes.
“Estamos trabalhando com o monitoramento dos casos de arboviroses, que é a dengue, zika e chikungunya em Boa Vista. E queremos chamar a população para essa responsabilidade de estar com a gente na luta contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor dessas doenças”, disse.
Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas deste ano, o Diagrama de Controle da Dengue descartou 54 ocorrências suspeitas para a doença. Neste mesmo período, confirmou 5 casos de dengue em Boa Vista. À medida que as suspeitas são eliminadas, o número de casos reduz.
Entre os recentes investimentos da gestão para manter o controle dos casos de arboviroses, a prefeitura concluiu processo seletivo simplificado e contratou 30 agentes de endemias. Os novos profissionais, em fase de capacitação, chegam para reforçar e fortalecer as ações de campo no município.
Dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em dezembro de 2023, apresentou resultado de 1,3% (médio risco) de infestação pelo mosquito transmissor na capital. Assim, a classificação é considerada a mais baixa do ano no município. À época, os profissionais visitaram 8.300 imóveis.
Boa Vista está na lista dos municípios que receberão as primeiras doses da Qdenga, vacina contra a dengue divulgada pelo Ministério da Saúde. Ainda, conforme as informações prévias, o imunobiológico é então voltado para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária com maior concentração de hospitalização por dengue.
Logo, o Ministério da Saúde alerta que a vacina contra a dengue não previne contra as demais arboviroses, como Zika e Chikungunya. Portanto, todos os cuidados necessários para combater o mosquito Aedes devem continuar. Ou seja, poder público e população devem seguir unidos.
Fonte: Da Redação
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