Casos de coronavírus estão em alta pela 7º semana seguida em Roraima - Foto: Gustavo Fring/Pexels
A vacinação lenta contra a Covid-19 em Roraima mostra reflexos na transmissão da doença. Esse indicativo é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em boletim divulgado ontem (12).
Roraima continua com alta transmissão para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), comum em pacientes com o vírus.
Apesar do cenário preocupante, o estado enfrenta uma baixa procura por vacinas contra a Covid-19. Principalmente em Boa Vista, onde vivem mais de 60% da população.
Hoje (13), Roraima está com apenas 13,1 % dos roraimenses totalmente imunizados, ou seja, com duas doses ou a dose única. Dessa forma, o percentual está longe dos 70% necessários para voltar à normalidade.
As informações da Fiocruz foram coletadas entre 1º e 7 de agosto. Além de Boa Vista, seguem com nível alto de transmissão: Aracaju, Belém, Cuiabá, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal, Palmas, Salvador, São Luís, e Vitória.
“Tal situação manterá o número de hospitalizações e óbitos em patamares altos, caso não haja nova mobilização por parte das autoridades e população locais”, alerta.
Mês passado o Roraima em Tempo mostrou um apelo do prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (MDB).
Ele alertou para a importância da vacinação contra a Covid-19, e declarou que o ‘enfraquecimento’ do vírus depende da população tomar a vacina.
O problema enfrentado pela prefeitura é a baixa adesão à campanha por parte dos jovens. A preocupação cresceu tanto, que o prefeito pediu ajuda à imprensa para impulsionar a vacinação.
“A procura tem diminuído consideravelmente a cada dia, mesmo com doses disponíveis em estoque e pontos fixos e itinerantes espalhados pela capital”, disse Arthur.
Para melhorar a campanha, prefeituras vão, portanto, vacinar adolescentes de 12 a 17 anos.
A Fiocruz fala que no Brasil o crescimento da pandemia teve um deslocamento. Conforme as projeções, existe a possibilidade de aumento no número de casos e mortes.
No entanto, a Fundação diz que Roraima segue para uma queda. Mesmo assim, a instituição pediu que o estado esteja alerta à transmissão comunitária.
Além disso, cobrou que os gestores tenham cautela nas flexibilizações, pois caso sejam feitas antes do tempo certo podem aumentar os casos.
“É fundamental analisar os presentes dados em conjunto com a taxa de ocupação de leitos das respectivas regionais de saúde, uma vez que o número de novos casos se encontra elevado”, cita.
Sobre a taxa de ocupação de leitos, o Roraima em Tempo mostrou que a redução de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) fez com que o estado voltasse à zona laranja.
Conforme o boletim da Secretaria de Saúde, Roraima tem 80% dos leitos de UTI do Hospital Geral de Roraima (HGR) ocupados. Os dados são de ontem (12).
Por Samantha Rufino
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