Representantes apresentaram as demandas ao chefe da Casa Civil/ Foto: Divulgação Sinter
Os professores da rede estadual protestaram na manhã dessa segunda-feira (27) em frente ao Palácio do Governo.
Entre os motivos está a reivindicação do reajuste salarial, reposição do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações da Educação Básica (PCCRDEB).
De acordo com a diretora geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Roraima( Sinter), Josefa Matos, a categoria cobra 36,6% de reposição salarial.
Durante os protestos, o chefe da Casa Civil Flamarion Portela, ouviu os sindicalistas e pediu no entanto, um prazo até o começo de janeiro para conceder os reajustes aos professores.
“O secretário nos informou que já enviou o texto para o parecer da secretária Leila Perussolo. Esperamos que cumpra o acordo feito entre o Sinter, a SEGAD e SEED de construir o PCCRDEB.”
No entanto, os professores afirmaram que caso não ocorra a reposição salarial a greve vai ocorrer.
“O estado de greve está mantido. Fomos enfáticos. Se não ocorrer reposição salarial vamos deflagrar greve geral no início do ano letivo.” Disse Josefa.
Os professores estiveram reunidos no último dia 23, na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) para pedir o reajuste salarial, o rateio e a fiscalização da aplicação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
O pedido ocorreu pois a maioria dos estados da região Norte repassaram os recursos do Fundeb à categoria. Contudo, em Roraima, o governo afirmou que não haviam sobras.
Fonte: Da Redação
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