Caso Romano: após denúncia da imprensa, ex-servidor da ALE é preso novamente

MPRR afirmou que homem foi solto indevidamente em outubro; Luciano cumpria prisão preventiva

Caso Romano: após denúncia da imprensa, ex-servidor da ALE é preso novamente
Luciano foi solto indevidamente – Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Roraima (PCRR) prendeu, na manhã desse sábado (13), o ex-servidor da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), Luciano Benedicto Valério. Ele é investigado por suspeita de participação no sequestro do jornalista Romano dos Anjos.

Luciano Benedicto se entregou à Justiça no dia 17 de setembro, um dia após a segunda fase da Operação Pulitzer. Contudo, estava em liberdade desde o dia 17 de outubro devido ao fim do prazo de prisão temporária.

Ocorre que ele teve a prisão temporária convertida em preventiva no dia 3 de outubro, por isso, não tinha mais prazo para soltura.

Momento em que os policiais chegam à delegacia com Luciano Benedicto – Foto: TV Imperial

O Roraima em Tempo e a Rádio 93FM tiveram acesso ao documento que comprova a saída do ex-servidor da Penitenciária Agrícola do Monte Cristo (PAMC).

O Ministério Público de Roraima (MPRR) ficou ciente da liberdade do ex-servidor através da imprensa. Em seguida, enviou imediatamente um novo pedido de prisão ao Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).

Da mesma forma, solicitou também que a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) explicasse o que houve no prazo de cinco dias.

Ao Roraima em Tempo, TJRR respondeu que o processo está em segredo de justiça e por isso não podia detalhar.

Participação do ex-servidor no crime

De acordo com o inquérito da Polícia Civil de Roraima (PCRR), Luciano Benedicto Valério trabalhava no setor de inteligência da ALE-RR. Ele era servidor da instituição quando o deputado Jalser Renier presidia a Casa.

As investigações comprovaram que o aparelho celular do ex-servidor se conectou à base da operadora próximo à casa de Romano dos Anjos. Conforme a PCRR, Luciano Benedicto monitorou o jornalista por vários dias antes do crime.

No dia da prisão, ele alegou ter pedido o celular. Por isso, o MPRR o acusou ,além dos outros sete crimes, de embaraçar as investigações.

Matéria em atualização

Fonte: Da Redação

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