Servidor público é investigado por estupro de vulnerável e exploração sexual contra sobrinha; crimes iniciaram quando a menina tinha apenas 10 anos

Vítima, de 15 anos, possui um histórico de tratamento de câncer e estava sofrendo abusos físicos e virtuais

Servidor público é investigado por estupro de vulnerável e exploração sexual contra sobrinha; crimes iniciaram quando a menina tinha apenas 10 anos
Foto: Divulgação/PCRR

A Polícia Civil de Roraima (PCRR) cumpriu um mandado de busca e apreensão domiciliar contra um servidor público estadual, de 67 anos, acusado de cometer crime de estupro de vulnerável contra a própria sobrinha, de 15 anos, que apresenta uma condição de saúde delicada, decorrente de um tratamento oncológico. O crime teria iniciado quando a sobrinha tinha apenas 10 anos. O suspeito também é investigado por favorecimento à prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável.

De acordo com o delegado Matheus Rezende, a Justiça também deferiu medidas cautelares. Dessa forma, proibindo o investigado de se aproximar ou manter qualquer tipo de contato com a vítima, assim como os familiares dela.

As investigações tiveram início após a Polícia Civil receber uma denúncia anônima relatando possíveis abusos praticados contra a adolescente. A partir da denúncia, o delegado instaurou inquérito policial para esclarecer o caso e realizou diligências que reuniram elementos probatórios.

Conforme as investigações, ela vinha sendo submetida a abusos físicos e virtuais praticados pelo investigado. O homem teria se aproveitado da relação de parentesco e da confiança existente no ambiente familiar para exercer intensa coação moral e psicológica sobre a adolescente.

Durante a operação, os policiais civis apreenderam na casa do servidor, o telefone celular para análise de eventual existência de material de abuso e exploração sexual infantojuvenil armazenado no aparelho.

De acordo com o delegado, a análise do conteúdo dos dispositivos poderá subsidiar novas diligências e contribuir para o completo esclarecimento dos fatos. As investigações prosseguem sob sigilo, visando preservar a vítima e seus familiares, e garantir a efetividade das medidas investigativas.

Fonte: Da Redação

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