De acordo com o chefe da comissão, são mais de 1.000 famílias esperando pela convocação. Foto: Comissão do Cadastro Reserva/ SEED RR
Professores aprovados no concurso público da Secretaria Estadual de Educação (SEED) vão entregar na segunda-feira (17) ao Ministério Público de Roraima (MPRR) um ofício para que o Governo estadual convoque os profissionais do cadastro reserva do certame, realizado em outubro de 2021.
De acordo com a comissão, o governo teria renovado recentemente, o contrato de 904 professores temporários, que fazem parte do Processo Seletivo Simplificado. Ao invés de convocar os candidatos do cadastro reserva. Mesmo com a posse dos novos concursados, segundo eles, ainda restarão vagas nas escolas.
Conforme o professor de Geografia e chefe da comissão, Felipe Malcher, a primeira conquista será quando o Ministério, ao receber o ofício, tome medidas cabíveis. Ele informou ainda que são mais de 1.000 famílias esperando pela convocação.
“Acredito que a nossa luta tem validade, porque existe um cadastro de reserva desse concurso, que foi homologado no Diário Oficial, e mesmo assim, o governador optou em prorrogar, com Termo Aditivo, aqueles profissionais temporários, e não fazer uma nova chamada dos professores que estão no quadro de reserva”, afirmou Malcher.
O professor também esclareceu que há mais reivindicações da categoria:
“Em segundo lugar, queremos também o número real de vacância no estado. Nós queremos saber da Secretaria de Educação quem são os professores que estão afastados, quem está estudando ou de atestado médico. A gente sabe que o número de vagas apresentado no edital do concurso é muito inferior à necessidade real”, destacou.
O governo estadual no entanto nega e diz que a SEED não possui os quantitativos exatos ou as áreas correspondentes dos novos professores efetivos para exercício do cargo. E que a gestão deve ‘aditivar’ os contratos dos professores temporários, a fim de garantir que os estudantes não fiquem prejudicados pela falta de docentes.
Disse ainda que existe um número significativo de docentes com pedidos de afastamento para estudos, o que não significa que os cargos efetivos deles estejam vagos para que se convoque novos professores efetivos.
“Neste caso, há a necessidade de convocação de professores temporários para substituí-los durante seu período de afastamento para estudo, garantido por lei.”
Por fim, disse que somente após a posse, contratação e lotação dos novos professores aprovados no concurso público para as vagas imediatas, vai identificar as necessidades existentes na rede de educação e convocar os candidatos aprovados na lista de cadastro reserva do concurso ou interromper os contratos temporários.
Fonte: Da Redação
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