Ministro da Fazenda, Renato Haddad e presidente do MDB-RR, Romero Jucá - Foto: Reprodução/Instagram
O presidente regional do MDB, Romero Jucá, se encontrou com o ministro da Fazenda, Renato Haddad nesta quarta-feira (12), em Brasília.
Na oportunidade, eles discutiram sobre o avanço da Reforma Tributária, bem como os resultados recentes da economia brasileira. Diálogo mostra prestígio político do ex-senador Romero Jucá na capital do Brasil.
“O momento é de consolidar a modernização econômica brasileira, porque isso representa avanço e otimismo em relação ao desenvolvimento do país”, ressaltou Jucá.
Depois de 30 anos de discussão, a Câmara dos Deputados aprovou no dia 7 de junho, a primeira fase da Reforma Tributária, que reformula a tributação sobre o consumo. Dessa forma, o texto será analisado pelo Senado.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), caso aprovada em definitivo no Congresso, simplificará e unificará os tributos sobre o consumo e representa apenas a primeira etapa da reforma. O texto unifica duas PECs que tramitaram pelo parlamento nos últimos anos, uma na Câmara e outra no Senado.
A principal mudança será a extinção de cinco tributos. Três deles são federais: Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e, por fim, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), arrecadada pela União, substituirá esses tributos.
Ficarão extintos dois impostos locais, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em troca, sera criado um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, dividido em duas partes. Uma delas será o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unificará o ICMS e o ISS. A outra parte do IVA será o CBS.
Em troca de mudanças que trarão o fim da guerra fiscal entre os estados, o governo criará um Fundo de Desenvolvimento Regional para financiar projetos de desenvolvimento em estados mais pobres. Inicialmente orçado em R$ 40 bilhões a partir de 2033, o fundo foi um dos principais pontos de embates.
Diversos governadores pediram a ampliação do valor para R$ 75 bilhões, mas ficou mantido nos R$ 40 bilhões originais. Em compensação, haverá um novo fundo, também abastecido com recursos da União, para a Zona Franca de Manaus.
A proposta prevê alíquotas reduzidas para alguns setores da economia e abre margem para a criação de um sistema de cashback (devolução de parte do tributo pago), que sera regulamentada por lei complementar. O texto também prevê mudanças na tributação sobre patrimônio, com cobrança de imposto sobre meios de transporte de luxo e heranças.
Fonte: Da Redação com informações da Agência Brasil
Em seu primeiro dia como governador, Soldado Sampaio nomeia mulheres no comando da PM, Secretaria…
Genitora afirmou que criança caiu da rede mas laudo médico constatou marcas de agressão física,…
Edinaiana Francini da Silva Souza, 37 anos, é apontada como principal responsável pelo ponto de…
Condenação ocorre 26 anos depois do crime; réu passou 19 anos foragido
Homem investiu contra a vítima, tentando agarrá-la à força, com a intenção de beijá-la e…
Jhoannder José Dellorian Portal morreu no local