A mãe de uma criança de 9 anos com puberdade precoce denunciou ao Roraima em Tempo nesta terça-feira, 17, a falta do medicamento necessário para o tratamento da filha na rede estadual de saúde.
A criança faz uso do leuprorrelina, medicamento que serve para interromper temporariamente a puberdade em crianças que estão entrando nela muito cedo. A distribuição desse medicamento é pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em Roraima.
Segundo o relato da mulher, ao ir até a farmácia do Governo, recebe a informação que não há previsão para a chegada do medicamento. A criança faz uso de 3,75 miligramas da medicação há vários anos.
“Toda vez que falta na rede pública, tenho que dar meu jeito para comprar. Então, ao longo de um ano, já faltou duas ou três vezes. Agora mesmo, no início do ano, era para eu pegar em fevereiro, mas cheguei lá e disseram que não havia a medicação. Já voltei três vezes. Eu moro longe, e há um custo para chegar até lá. Agora, vou ter que pedir ajuda a amigos e familiares para que ela não fique sem a medicação” explicou.
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A reportagem entrou em contato com o Sesau para verificar se existe previsão para retomada da oferta da medicação e aguarda retorno.
Fonte: Da Redação


