Débora dos Santos Bezerra - Foto: Reprodução/Facebook
A mãe da adolescente Débora dos Santos Bezerra, de 17 anos, encontrada morta no último sábado (4) com tiros na cabeça às margens da vicinal 6 de Rorainópolis, Sul de Roraima, pede justiça à filha. Meses antes do crime, a jovem solicitou medida protetiva contra o suspeito do assassinato, um soldado da Polícia Militar.
Em entrevista à Rádio 93 FM, a mãe conta que descobriu o relacionamento da filha com o suspeito quando a esposa dele agrediu a adolescente em uma conveniência, ocasião em que a vítima registrou um boletim de ocorrência contra a mulher e pediu a medida protetiva contra o PM.
“A gente entrou com uma ação na Justiça. Inclusive foi pedido o afastamento dele, porque ele mandou áudio ameaçando ela. Tem áudio dele, tem áudio da esposa e está tudo nas mãos da Justiça. A Justiça esperou matarem a minha filha e não fez nada. Agora depois de morta, ainda não prenderam […] Eu peço justiça. Que a justiça venha a ser feita, que venha colocar presas essas pessoas que fizeram isso com a minha filha”, disse a mãe.
O Roraima em Tempo teve acesso ao boletim de ocorrência registrado em fevereiro pela adolescente. No documento, a vítima relata ter sido agredida com socos pela esposa do policial e ameaçada pela suspeita, que teria dito “tu mexeu com a pessoa errada e tu vai morrer sem ninguém saber”.
Débora dos Santos Bezerra foi encontrada morta no dia 4 de maio, no interior de Roraima. No dia anterior, a jovem saiu de casa por volta das 23h40 para se encontrar com o PM.
Uma amiga da vítima informou à Polícia Civil que a adolescente namorava com o suspeito e que ele era casado.
Conforme o relato, a vítima recebeu uma mensagem do PM pedindo para que o encontrasse. Debóra foi ao encontro do policial e a amiga não conseguiu mais contato com ela. No dia seguinte, um agricultor encontrou o corpo da jovem, que era mãe de uma criança de 2 anos.
Em nota, a Polícia Civil de Roraima informou que as investigações estão adiantadas e tramitando na Delegacia de Rorainópolis. A corporação ressaltou que a investigações correm em segredo de Justiça.
Fonte: Da Redação
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