Gerlane Baccarin - Foto: Reprodução/Facebook
Gerlane Baccarin, esposa do senador Hiran Gonçalves (PP) resolveu abrir a sua colmeia interna e soltar os ferrões nesta reta final de campanha eleitoral. Ela vem proferindo uma série de acusações contra Arthur Henrique (MDB), candidato à reeleição e concorrente da candidata de seu grupo político (grupo da maternidade e escolas de lona), Catarina Guerra (União).
Sem propostas, Catarina, Denarium e os políticos ligados ao grupo focam em uma campanha amparada apenas em ataques e difamações. E acham que, assim, o povo esquece da tragédia que é a gestão do atual Governo, apoiada por esses políticos que de nada servem para a população de Roraima. Especialmente Gerlane e seu esposo, que além de não conhecer Boa Vista, ainda manda emendas para São Paulo.
É importante lembrar que Gerlane sempre ocupou cargo de primeiro escalão no Governo de Denarium e recebe atualmente o salário de R$ 30 mil.
Sempre ocupando cargo comissionado por indicação, em 2021, Gerlane teve que devolver R$ 114 mil aos cofres públicos recebidos ilegalmente do Governo por quase dois anos. O Ministério Público Federal (MPF) iniciou as investigações, mas enviou o caso para o Ministério Público do Estado (MPRR). Em dezembro de 2020, o órgão levou à Justiça de Roraima uma denúncia contra ela.
Gerlane decidiu firmar um acordo para evitar que o MPRR levasse adiante a ação por improbidade administrativa. O juiz Luiz Alberto de Morais Júnior homologou o acordo.
Servidora efetiva do governo, Gerlane foi cedida para o Ministério da Saúde, onde exercia o cargo de Secretária de Gestão Estratégica e Participativa.
De acordo com o MPRR, ela recebeu entre janeiro de 2017 e setembro de 2018 os salários das duas funções. Ou seja, durante os 20 meses, o valor chegou a R$ 114.060,73.
No cargo estadual, pela função de administradora, ela recebia R$ 4.362,05. A reportagem não localizou a remuneração pela função federal.
De acordo com o órgão, Gerlane optou por receber o valor integral do salário no Ministério da Saúde. Sendo assim, não poderia receber pelo Governo, o que ocorreu.
À época da abertura das investigações, Gerlane disputava as eleições para a Prefeitura de Boa Vista e negou as acusações.
Contudo, durante o acordo com o MPRR, a secretária reconheceu os pagamentos irregulares e se comprometeu a devolver o dinheiro.
A defesa da secretária disse que “ocorreu um erro da administração estadual”, e garantiu que, tão logo a servidora detectou os pagamentos, agiu de “boa-fé” e devolveu os valores.
“Nunca houve qualquer tipo de condenação sobre o fato, até porque o erro foi da administração”, declarou. Sobre os pagamentos terem durado quase dois anos, a defesa não esclareceu.
O Governo de Roraima também alegou que a secretária “foi vítima de um erro na folha de pagamento”, mas já devolveu os valores.
Fonte: Da Redação
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